Moleque da Bananeira / Cosmopolites Sordidus

Ovo: Os ovos são colocados em pequenos orifícios que as fêmeas abrem com as mandíbulas no ponto de inserção das bainhas das folhas, próximo à coroa do rizoma da bananeira. Os ovos podem às vezes ser colocados em pseudocaules já cortados e deixados no solo e no interior do rizoma, já em decomposição. Após 5 a 8 dias dá-se a eclosão das larvas.

Lagarta: As larvas abrem galerias no rizoma, alimentando-se dos seus tecidos. Completamente desenvolvidas, as larvas medem 12 mm de comprimento por 5 mm de largura; são ápodas, enrugadas, encurvadas no dorso, afiladas para a extremidade anterior e de coloração branca, com a cabeça e as peças bucais marrons. O período larval varia de 12 a 22 dias, após os quais as larvas dirigem-se para as extremidades das galerias próximas da superfície externa do rizoma, preparando câmaras ovaladas, transformando-se em pupas.

Pupa: De coloração branca, medindo cerca de 12 mm de comprimento por 6 mm de largura, notando-se um par de apêndices quitinosos sobre a extremidade do nono segmento abdominal. Após 7 a 10 dias emerge o adulto.

Adulto: O adulto é um inseto pequeno, com cerca de 11 mm de comprimento por 4 mm de largura. Sua coloração é preto-uniforme, os élitros são estriados longitudinalmente e o restante do corpo é finamente pontuado. Possui hábitos noturnos, movimentos lentos, e durante o dia permanece abrigado da luz nas touceiras, próximo ao solo, entre as bainhas das folhas e outras partes da planta. O ciclo evolutivo completo varia, segundo as condições de temperatura, de 27 a 40 dias.

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ADVERTÊNCIAS

PROTEÇÃO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE

  • Não permita que menores de idade trabalhem na aplicação deste produto.
  • Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
  • Use equipamentos de proteção individual (EPIs).
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
  • Não desentupa bicos, orifícios ou válvulas com a boca.
  • Primeiros socorros e demais informações, vide o rótulo, a bula e a receita.
  • Evite a contaminação ambiental, preserve a natureza.
  • Não utilize equipamento de aplicação com vazamentos.
  • Não lave as embalagens ou equipamentos em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
  • Aplique somente as doses recomendadas.
  • AS embalagens vazias devem ser enxaguadas três vezes e a calda restante deve ser acrescentada à preparação a ser pulverizada (tríplice lavagem).
  • Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.
  • Não reutilize as embalagens vazias.
  • Periculosidade ambiental e demais informações, vide o rótulo, a bula e a receita.

Leia atentamente o rótulo, a bula e o receituário agronômico, e faça-o a quem não souber ler.

CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. PRODUTO DE USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.

Danos e Prejuízos

A broca-da-bananeira ou “moleque” , é um inseto amplamente distribuído por todas as regiões do Brasil, sendo uma das piores pragas da bananeira. A larva do inseto constrói galerias no interior do rizoma, que é caule verdadeiro da bananeira, onde são armazenadas reservas para o sustento de todos os outros órgãos da planta. As galerias debilitam as plantas, tornando-as mais sensíveis ao tombamento, sobretudo aquelas que se encontram na fase de frutificação. As bananeiras infectadas apresentam desenvolvimento limitado, diminuem a produtividade e os frutos são curtos e finos. Além disso, as brocas causadas pelos insetos favorecem a contaminação da planta por outros agentes externos (microorganismos patogênicos, como o agente do mal-do-panamá), causando podridões e a morte da planta. O principal método de propagação da praga é através da muda infestada. Os cultivares mais suscetíveis à broca são: Maçã, Terra, São Domingos e Ouro, enquanto Nanica e Nanicão são mais resistentes.

   

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